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>> Eventos
2004
V Encontro PUCPR Universidade amiga da Amamentação
01 de outubro / Curitiba PR
TEMA:
Qualidade de vida pela amamentação Exclusiva
Informação: www.pucpr.br/eventos
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2003
II Congresso Paulista de Bancos de Leite Humano
XII Encontro Paulista de Aleitamento Materno - EPAM
11 a 14 de setembro de 2003/ Marília - SP
TEMA:
Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano: Promovendo saúde, prevenindo a violência e combatendo a fome.
Informações: www.abpblh.org.br/congressoblh2003
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III Encontro Interuniversitário de Aleitamento Materno
3 e 4 de outubro de 2003/ Curitiba - PUCPR
TEMA:
Amamentação: Semeando Paz e Amor no Mundo
Informações: (41) 271-2188 r. 2188 selma.campestrini@pucpr.br
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VIII Congresso Nacional de Aleitamento Materno
8 a 12 de novembro de 2003/ Cuiabá - MT
Informações: Roberto Diniz Vinagre dvinagre@terra.com.br
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VII Curso de Multiplicadores do Aleitamento Materno
1 a 3 de dezembro de 2003/ Curitiba - PUCPR
Informações: (41) 271-2188 r. 2188 selma.campestrini@pucpr.br
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2002
Semana mundial do aleitamento materno
Tema: Amamentação - Mães e Bebês saudáveis
Este foi o tema escolhido pela WABA - Aliança Mundial pró Amamentação para celebrar a XI Semana Mundial do Aleitamento Materno, em 2002.
O tema nos conduz a uma reflexão profunda sobre a força infinita e duradoura do leite humano na saúde da mãe e do bebê.
Vida saudável e melhoria da qualidade de vida é aspiração universal. Há grande tendência em buscá-las a qualquer preço.
No que diz respeito à criança pequena e à mãe, a receita da saúde é Divina, gratuita, simples, mágica e está ao alcance de todos. Reside na amamentação, isto é, na produção, na oferta, no consumo e na absorção do genuíno leite que é alimento perfeito ao mesmo tempo em que é remédio.
No leite do único mamífero racional, Deus acrescentou todos os nutrientes que garantem o harmonioso crescimento e desenvolvimento da criança. Eles cumprem, naturalmente e com precisão, as quatro leis da nutrição: quantidade, qualidade, harmonia e adequação. Tem a medida correta de gorduras, carboidratos e proteínas. A composição do leite muda de acordo com as necessidades do bebê a cada vez que sua mãe lhe dá o peito.
O leite humano foi concebido para ser a sustentação do início da vida , para manter a vida durante os momentos de fragilidade biológica, inclusive para prematuros e recém-nascidos doentes.
É a simbiose da vida para a vida. Contém células vivas, hormônios, enzimas ativas e imunoglobulinas. É rico em substâncias antinfecciosas: anticorpos, leucócitos, lactoferrina, macrófagos e fator bífidus. É poderoso na capacidade de prevenir infecções respiratórias, intestinais, urinárias, de pele, de ouvido e doenças a curto e a longo prazo como alergias, asma, eczema, desnutrição crônica, alterações ortodônticas e Diabetes melitus.
É alimento de digestão, absorção e eliminação perfeitas. Ajuda a eliminar o mecônio. Reduz o risco de os bebês terem refluxo gastrintestinal (regurgitação) e distúrbios cardiopulmonares enquanto se alimentam. Protege os bebês de substâncias resultantes de engenharia genética. Age como calmante natural para o bebê. Reduz as chances de a criança desenvolver cáries, distúrbios da fala, defeitos da visão, hérnia inguinal, colite ulcerativa, linfômas da infância, artrite reumatóide juvenil, obesidade, esclerose múltipla e osteoporose na vida futura. Reduz mortalidade infantil; internamento hospitalar; gastos com profissionais de saúde; aquisição de remédios e leite alternativo.
A amamentação é parte do ciclo reprodutivo e da saúde das mulheres: é uma questão de princípio de vida. É manancial insubstituível de carinho, segurança, ternura e proteção. Favorece o desenvolvimento psicomotor, social e a estabilidade emocional do bebê, da mulher, da família e da sociedade. É alicerce para a formação de padrões afetivos e para a construção da sexualidade. Reduz o risco da mãe desenvolver câncer de mama e de ovário. Ajuda na contração uterina da mulher prevenindo hemorragia e anemia pós - parto. Contribui para um espaçamento ótimo entre os filhos. Protege as pessoas e o meio ambiente do excesso de lixo.
A amamentação será facilitada quando a mãe der a luz em ambiente de respeito; receber orientação e apoio no pré, trans e pós parto; contar com informações seguras sobre a manutenção da prática da amamentação exclusiva até seis meses e o uso de alimentação complementar a partir desta idade; estiver livre de pressão comercial; poder contar com a compreensão de grupos organizados de apoio a amamentação, dos familiares, amigos, profissionais de saúde e educação.
Para preencher a lacuna do despreparo de profissionais, a Pró-Reitoria Comunitária e de Extensão da PUCPR criou, em 1998, o Programa de Aleitamento Materno - PALMA. A iniciativa está embasada na premissa de que a universidade é o lugar que prepara o indivíduo para a vida - para servir a humanidade, e de que o universitário é a mola propulsora dos avanços, das conquistas e da propagação do conhecimento. O aluno é o articulador entre a comunidade e a universidade. Ele é o influenciador da sociedade, é o repassador de conhecimentos, e portanto, um multiplicador em potencial.
Satisfeita com os resultados a PUCPR convidou as outras 44 Instituições do Ensino Superior - IES da região metropolitana de Curitiba para aglutinar esforços e ampliar a experiência. Oito IES (Universidade Federal do Paraná - UFPR; Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - CEFET-PR; Universidade Tuiuti do Paraná - UTP; Faculdades Integradas Espírita do Paraná - FIEs; Faculdades Integradas Curitiba - FIC; Faculdade Evangélica do Paraná - FEPAR; Sociedade Paranaense de Ensino e Informática - SPEI e Centro Universitário Campos de Andrade - UNIANDRADE) se juntaram à PUCPR e fundaram, em março de 2001, o Grupo Interuniversitário de Aleitamento
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2001
Semana mundial do aleitamento matrno
Considerações sobre o tema:
Este é o décimo ano em que comemoramos a SMAM. Mais uma vez a humanidade está sendo convocada a analisar a forma de alimentar as crianças pequemos; a refletir sobre as conseqüências desastrosas na saúde, na inteligência e na qualidade de vida das crianças, dos adultos e dos idosos por privar o bebê do leite humano, que lhe pertence.
O tema oficial da SMAM/2001 é AMAMENTAÇÃO NA ERA DA INFORMAÇÃO1
Preferimos dizer na era da informatização. Pois, a informação/comunicação esteve presente em todos os tempos e épocas dos seres vivos racionais e irracionais, desde os rudimentares até os mais sofisticados.
No que se refere à amamentação, o "Engenheiro Divino", informou a humanidade por meio de detalhes específicos. Dotou a mulher - fêmea do único mamífero racional - de órgãos (glândula mamária) e hormônios (prolactina e ocitocina). Tais detalhes asseguram que para a sobrevivência de sua cria é imperioso que até seis meses o bebê seja alimentado só e somente com leite humano. Dos seis meses até dois anos, poderá continuar sendo amamentado ao mesmo tempo em que deverá receber outros alimentos.
A comunicação do bebê com a mãe acontece já durante a gravidez. Movimentando o seu corpo em formação, dentro do útero materno, o bebê informa que está bem e que está crescendo. Faz lembrar que ao nascer ele precisa de espaço psico-físico e precisa de alimento único e genuíno- precisa do leite materno.
A comunicação/informação mãe-filho fica mais acentuada e complexa durante a amamentação. A troca de olhares estimula "a descida do leite". A sucção da mama pelo bebê comanda os estímulos nervosos e envia informações para o corpo da mulher. Em resposta, os hormônios produzem leite na hora certa, na quantidade e temperatura certas e com os anticorpos e os nutrientes necessários para o bebê desenvolver e crescer em cada um dos estágios de sua vida. A contra resposta é a vida e a saúde do bebê.
A informação adversa acontece sob a forma de protestos inconscientes do bebê: náuseas , vômitos, diarréia, infeções, alergias, perda de peso, cólicas e intestino preso. Estes sinais fazem entender que o bebê nega o leite de animais irracionais e os vasilhames artificiais. O bebê não aceita passar de mamífero para mamaderífero. Nega, radicalmente, o leite que foi feito para o bezerro, cabrito ou potro.
Há mais de duas décadas Ogs e ONGs estão investindo em programas de combate á desnutrição infantil cujo alimento é gratuito, "GRAÇAS A DEUS".
A situação melhorou, sim. Mas ainda é muito grande o número de crianças brasileiras que recebe o tal de "complemento" antes do 6º mês de vida. Isto significa dizer que elas mamam pouco ou nada, no peito. E, que estão vulneráveis às doenças.
Vale a pena refletir sobre a responsabilidade individual e coletiva na manutenção da cultura do aleitamento materno.
Convocamos os cidadãos a criar uma rede de combate à desinformação: leite fraco, pouco leite, ganho de peso insuficiente, uso de chá na cólica, deixar de amamentar quando o peito está inflamado são justificativas arcaicas e ultrapassadas de profissionais conservadores.
Vamos aproveitar a SMAM para informar os desinformados e dizer-lhes: Amamentar é moderno, é um ato inteligente.
Leite Humano é vida, é saúde, é longevidade.
Enfa. Selma Campestrini
Coordenadora do Projeto de Aleitamento Materno - PALMA / PUCPR
Temas dos anos anteriores:
1992 - Hospitais Amigos da Criança
1993 - Amamentação: Direito da Mulher no Trabalho
1994 - Fazendo o Código funcionar(Código Internac. Comercialização de Substitutivos do Leite Materno)
1995 - Amamentar Fortalece a Mulher
1996 - Amamentação - Responsabilidade de Todos
1997 - Amamentar é um ato Ecológica
1998 - Amamentação - O Melhor Investimento
1999 - Amamentar: Educar para a Vida
2000 - Amamentação & Direitos Humanos
2001 - Amamentação na era da Informação.
2002 - Amamentação: Mães e Bebês Saudáveis.
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