PALMA
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APRESENTAÇÃO

O PALMA – Projeto de Aleitamento Materno da Pró-Reitoria Comunitária e de Extensão, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, tem sido divulgado por meio de várias formas, dentre elas o fôlder. Nele, estava presente a síntese das diversas atividades do PALMA.

Devido à complexidade das atividades, essa síntese foi insuficiente para o total entendimento dos militantes do aleitamento materno, visto que sempre gerava freqüentes perguntas sobre esse projeto.

Vislumbrou-se a necessidade de elaborar um material explicativo com detalhamento de cada um dos subprogramas do PALMA: Município Amigo da Amamentação; Grupo Interuniversitário de Aleitamento Materno – GIUAMA; Amigos do PALMA; Treinamentos em Aleitamento Materno...

Nasceu, assim, o MANUAL DO PALMA, que além de conter o histórico e informações de seu funcionamento, contém, também, modelos de questionários.

Espera-se que a experiência aumente o número de entusiastas pela amamentação e pelo Aleitamento Materno.

 

ABERTURA

Pronunciamento do Pró-Reitor Comunitário e de Extensão da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, Professor Adilson Moraes Seixas, referindo-se à significância do Projeto Aleitamento Materno – PALMA.

“Formar indivíduos solidários, voltados para o bem-estar de seus semelhantes, é parte da missão da PUCPR.

Mas, não se começa a formar um indivíduo generoso e envolvido com o próximo apenas quando este já ingressou na Universidade.

Esta formação começa no ambiente familiar, numa relação de amor e de afeto com os que estão mais próximos. É desnecessário afirmar que não existe instante de maior proximidade, de carinho e de afeto, do que o momento da amamentação. Além do leite materno, alimento indispensável ao desenvolvimento saudável do bebê, este recebe amor e acolhimento. Incentivar a amamentação, verdadeiro gesto de valorização da vida, é papel, também, de nossa Instituição. Papel este que tem sido exemplarmente cumprido pelo PALMA.

O Projeto favorece a troca do conhecimento popular com o acadêmico: serve de campo de estágio para os estudantes dos vários cursos da PUCPR; presta assistência à comunidade; serve de fonte para produção de trabalhos científicos e desenvolvimento de pesquisas, integrando professores e funcionários, instituições de ensino superior e a comunidade em geral. São incontáveis os treinamentos ofertados e as participações em congressos nacionais e internacionais.

Aos poucos, pôde-se perceber claramente grandes progressos com relação à valorização do ato de amamentar, assim como a quebra de certos paradigmas.

O crescente envolvimento da comunidade universitária e populacional, na concretização de atividades alusivas à amamentação, é prova viva de que a institucionalização do projeto PALMA trouxe benefícios para os educandos e educadores, sendo extensivos a seus familiares”.

Prof. Adilson Moraes Seixas

 

HISTÓRICO
PROJETO DE ALEITAMENTO MATERNO – PALMA

O leite materno é o divino cardápio do bebê. É alimento insubstituível. Sua imitação, em experimentos laboratoriais, jamais preencherá todas as necessidades dos filho(te)s do homem. Este sagrado aleitamento diz respeito à mãe que amamenta, cuja glândula mamária produz gratuitamente o genuíno alimento; ao infante, que sobrevive com o leite, produzido unicamente para ele; ao pai, que é o sentinela da díade mãe-filho; e como não poderia deixar de ser, à família e à sociedade política, governamental, religiosa, educacional, científica e da saúde.

É dever do Ser Humano zelar para que seus filho(te)s recebam o alimento projetado pelo criador.

Embasada nessas afirmativas, a Pró-Reitoria Comunitária e de Extensão da PUCPR vem apoiando o aleitamento materno desde 1976, como se observa:

1977 – Inclui o tema Alojamento Conjunto (AC) e Aleitamento Materno em disciplinas de Enfermagem.
1978 – Reconhece monografia sobre AM, feita por docente, no Centro Latino Americano de Perinotologia, em Montevidéo / Uruguai.
1981 – Publica o livro “Alojamento Conjunto Mãe-Filho e o Enfermeiro”. Inédito na América Latina.
- Participa ativamente do Grupo Técnico Nacional de Aleitamento Materno (GTN/AM), em Brasília.
- Cria o primeiro AC do Paraná.
- Inclui palestras sobre AM e AC nos currículos de medicina e de enfermagem, e na sala de espera do Hospital Infantil Pequeno Príncipe.
- Apóia o projeto do equipamento didático “Seio Cobaia” para treinar técnicas de amamentação.
1982 – Participa do 1º Encontro Nacional de AC, de onde emergiu a Portaria nº 18/83 do MS.
- Publica a 2ª edição do livro AC.
1985 – Participa do 1º Congresso Pan-americano de Incentivo ao AM.
- Inscreve o “Seio Cobaia” no concurso do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
1986 – Divulga a premiação do invento “Seio Cobaia”.
- Faz pesquisa sobre a situação do AC no Estado do Paraná.
1988 – Pesquisa qualitativamente a valiviabilidade do SUPRETRAUMA = Sutiã Preventivo do Traumatismo Mamilar.
1989 – Apóia conclusão de tese de mestrado: Tecnologia Simplificada na Amamentação.
- Recebe a menção de precursora de tecnologia na área materno-infantil.
1990 – Busca parceiros para concretizar o Programa de Aleitamento Materno – PROAMA.
- Incrementa o “Seio Cobaia” e solicita Patente de Invenção.
1991– Funda a Central de Informações das Mães, para a Amamentação – CIMAMA.
- Promove reunião com Ministério da Saúde / Secretaria Estadual de Saúde (ESA-PR) / Secretaria Municipal da Saúde (SMS – concretização do PROAMA).
1992 – Oficializa o PROAMA em convênio com a SMS de Curitiba (2/8).
- Publica os livros: “Tecnologia Simplificada na Amamentação” e “AC & AM – como fazer?”.
- Produz o álbum seriado e o manual “Mama Preparada & Amamentação Assegurada”.
1993 – Produz e reproduz a cartilha Técnicas e Exercícios da Mama e do Mamilo e os fôlderes “CIMAMA informa”, nº 1 e 2.
- Aplica 837 questionários para diagnosticar o conhecimento e a prática de calouros no AM.
- Inclui o assunto AM no conteúdo programático de todos os cursos.
1994 a 1998 – Produz os folders “CIMAMA informa”, nº 3, 4, 5, 6 e 7.
- Sedimenta o PROAMA: prepara discípulos – continuadores.
1997 – Funda o Grupo de Apoio às Maternidades – GAMA.
1998 – Em 14/09 cria e inclui o Projeto Aleitamento Materno – PALMA – no Programa de Ação Comunitária e Ambiental.

 

FUNCIONAMENTO

O PALMA investe no aleitamento materno (aspectos técnicos, práticos e políticos): da universidade para a comunidade. Favorece a troca de conhecimento popular com o acadêmico. Serve de campo de estágio para os estudantes dos vários cursos da PUCPR. Presta assistência à comunidade. Serve como fonte para produzir trabalhos científicos e desenvolver pesquisas. Integra acadêmicos, professores e funcionários (multidisciplinaridade), universidades (interuniversitalidade), a população (intercomunitaridade) e outras entidades (interinstitucionalidade). Segue as orientações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e do Fundo Internacional das Nações Unidas para a Infância-UNICEF.

 

PROPÓSITOS

1. Integrar a comunidade universitária, as entidades de saúde e educacionais, as famílias e a sociedade em geral, na retomada e manutenção da prática da amamentação exclusiva até o sexto mês de vida; Desta forma, contribui para a melhoria dos indicadores de aleitamento materno, na qualidade da saúde e vida das crianças pequenas e na redução dos índices de mortalidade infantil; e contribui para integrar disciplinas, instituições e população.

2. Difundir, entre os universitários, informações reais, concretas e atuais sobre o aleitamento materno, para transformar cada universitário em um novo adepto da alimentação natural proveniente do peito, contribuindo, desta forma, para que as gerações futuras se beneficiem com novos valores, novas técnicas e tecnologias sobre esse produto sagrado. – Multiplicar multiplicadores.

3. Estabelecer ações de informação, educação e comunicação que promovam a integração entre a prática popular e o conhecimento sistematizado, pela universidade, por meio de um trabalho de construção coletiva, de atuais conhecimentos a respeito do aleitamento materno. – Criar uma metodologia coletiva de aleitamento materno.

4. Transformar cidades em “Municípios Amigos da Amamentação”.

5. Transformar a PUCPR em “Universidade Amiga da Amamentação”.

O PALMA, em constante retroalimentação e cada vez mais energizado, vem executando complexas e abrangentes atividades educativas, investigativas, administrativas e divulgativas.

As atividades investigativas foram as primeiras a serem concretizadas, norteando posteriormente as demais. Seus feitos:

Realizou estudo exploratório com universitários dos Campi de Curitiba e São José dos Pinhais. A pesquisa foi consumada com respostas de questões abertas e fechadas (ver anexo 1, questionário para avaliar o perfil dos acadêmicos da PUCPR quanto ao aleitamento materno na pág 26).
O estudo, resultante de uma amostra de 2.078 respondentes, contemplou maior contingente de acadêmicos (96,82%), mulheres (55,39%), solteiras (85,71%) e sem filhos (87,97%).
Os cursos com maior número de respondentes foram fisioterapia (com 9,29% do total das respondentes), Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Desenho Industrial e Engenharia da Computação.
Curiosamente, participaram professores de quatro dos nove cursos do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS); todos os professores dos treze cursos do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET); professores de um dos oito cursos do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH) e nenhum professor dos seis cursos do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais (CCJS).
Causou surpresa, também, o pequeno percentual de respostas dos que conheciam o Projeto de Aleitamento Materno, da PUCPR-PALMA, (5,27%) que contava com treze meses quando foi aplicado o questionário. Foi pequeno o percentual de respostas dos que conhecem a Declaração de Innocenti (3,05%) e a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (7,93%). Estas políticas do aleitamento materno são recentes, abrangentes e procuram envolver toda a sociedade.
Outra constatação foi a de que a grande maioria da comunidade universitária deposita a responsabilidade do aleitamento materno à mulher (32,84%). Isto confirma o conservadorismo da população, em geral, sobre a amamentação, sobrecarregando-a e contrariando, assim, as expectativas atuais de que o ato de amamentar deve ser amplamente discutido por toda a sociedade – amamentar é responsabilidade de todos.
Um terço do total de respostas (30,14%) recai sobre o valor nutritivo do leite humano, coincidindo com os estudos mundiais de que o leite humano é alimento completo para o bebê tanto em quantidade como em qualidade.
É expressivo o percentual de respostas (11,36%) relativas ao desconhecimento da orientação mundial quanto ao início e a continuidade da amamentação.
A comunidade universitária não está segura sobre o prejuízo da introdução de líquidos e outros alimentos antes do sexto mês de vida do bebê. O percentual de respostas foi muito próximo um do outro: nas alternativas “sim prejudica”, (35,97%); “não prejudica”, (34,32%); “não sabem”, (29,70%). Apenas 37,84% das mulheres e 33,29% dos homens afirmam, com segurança, que líquidos e alimentos podem causar desmame precoce.
Contrariamente ao que se esperava, quanto maior o número de filhos, menor foi o número de respostas afirmativas alusivas aos malefícios dos líquidos e complementos alimentares introduzidos precocemente.
O que se notou é que é tímido o número da população acadêmica que conhece a orientação mundial sobre como amamentar o bebê logo após o nascimento (20,12%) e continuar com a amamentação até o sexto mês sem adicionar outros alimentos (9,83%). Surpreende o elevado número dos que não sabem quais são os períodos da amamentação indicados pelo PALMA/MS/Organização Mundial da Saúde-OMS/UNICEF.
Observou-se que os homens da população universitária são mais seguros do que as mulheres ao responderem questões relacionadas aos tabus da amamentação. Afirmam que as crendices “peito caído” (66,34%) e “leite fraco” (73,45%) são infundamentadas e incompatíveis com a amamentação. O inverso acontece com 73,49% com a resposta referente à quantidade de leite humano. Um expressivo número de acadêmicos (78,28%) mensionam que o leite é insuficiente para o bebê até o sexto mês. O resultado alerta que o leite humano não é plenamente aceito como único e insubstituível alimento do Ser Humano até o sexto mês de vida e reafirma que a amamentação deve ser muito bem trabalhada e divulgada em nosso País e nas universidades.
Nota-se, também, que predomina o desconhecimento dos universitários quanto às causas da interrupção permanente da amamentação: mastite – infecção da mama (75,12%), ingurgitamento mamário – peito empedrado (54,92%) e fissuras mamilares – rachaduras (63,13%). Outra constatação é que aproximadamente um terço dos universitários (36,76%) indica a massagem na mama como medida preventiva de lesões mamilares e facilitadoras da amamentação. Um pequeno número de universitários (5,6%) desconhece que cremes e hidratantes predispõem a pele a fissuras e a erosão dos mamilos com a sucção do bebê.
Pode-se constatar, com surpresa, o elevado número de universitários (61,98%) que elege o berçário como sendo o local a ser mantido o bebê logo após o nascimento até o dia da alta hospitalar. Isto contraria as normas do Ministério da Saúde que recomenda deixar o recém-nascido junto com a mãe – alojamento conjunto, durante sua permanência no hospital.
Para os estudiosos no assunto, o desmame precoce acontece, principalmente, devido à introdução de alimentos complementares, antes do sexto mês ou devido ao uso de bicos e chupetas, no período da amamentação. Porém, para os respondentes, o maior percentual de respostas, por ordem de importância foi: primeiro lugar, mastite, com 36,03% do total de respondentes; segundo lugar, fissura mamilar, com 35,46% e só em terceiro e quarto lugares apareceram as causas complementos alimentares, com 24,28% e bicos chupetas, com 20,82%.
As características dos respondentes, sem muita experiência prática e teórica (solteiros, jovens e sem filhos), reiteraram a necessidade de dar continuidade às atividades do PALMA com disseminação de informações e desencadeamento de ações. Quando forem concretizadas, transformarão a PUCPR, de forma inédita, em Universidade Amiga da Amamentação. Portanto, conta-se com as seguintes ações:
- Sensibilizar os docentes e discentes em atividades universitárias que visem à questão da amamentação e do aleitamento materno.
- Oportunizar às acadêmicas e às professoras da PUCPR a amamentação de seus bebês, nos intervalos das aulas.
- Sedimentar e fortalecer o recém-fundado grupo de multiplicadores interdisciplinares da AM, “AMIGOS DO PALMA”.

  • Avaliar o conhecimento da comunidade universitária do Campus São José dos Pinhais, no primeiro semestre de 2001.

- Promover intercâmbio técnico-cultural produzindo, reproduzindo e difundindo materiais educativos sobre o PALMA e o aleitamento materno.
- Intercambiar a experiência sobre aleitamento materno da PUCPR com as demais universidades.
- Apoiar o encontro anual de profissionais integradores do aleitamento materno.
- Apoiar eventos de extensão sobre o aleitamento materno.

 

O QUE SE FAZ E TEM FEITO

Município Amigo da Amamentação

O PALMA estudou a prevalência do aleitamento materno, o uso de chupetas, as causas do desmame precoce, o conhecimento dos funcionários de saúde, da educação e do bem-estar social nos municípios de Tijucas do Sul e de Guaratuba (ver anexo 3, Município Amigo da Amamentação, pág 31)

A Prefeitura Municipal de Tijucas do Sul, representada pelos departamentos de educação, saúde e bem-estar social, sensibilizada por coordenadores do PALMA, realizou, em 1998, uma pesquisa diagnóstica nas 32 comunidades municipais. Na oportunidade, foram analisados os indicadores de aleitamento materno e o uso de chupetas em 303 crianças de 0 a 26 meses, as causas do desmame precoce em 127 nutrizes e o conhecimento de 127 profissionais sobre o aleitamento materno.

O estudo revelou que um grande número de recém-nascidos recebia leite materno nos primeiros dias de vida. Contudo, o problema estava relacionado à qualidade da amamentação que deixava de ser exclusiva já no segundo mês de vida. A desinformação das mães, de profissionais de saúde e de educação, enfim, da sociedade em geral, tem criado impacto negativo na duração do aleitamento materno exclusivo. Tanto que 58% das crianças usam chupetas e 51% das mães justificam o uso do leite de outro animal por considerar que o seu próprio leite secou. O grande desafio do PALMA será “combater” o desmame precoce com a multiplicação dos multiplicadores locais.

Os resultados, analisados juntamente com os representantes do PALMA, que decidiram pela elaboração de estratégias e concretização de atividades, transformaram Tijucas do Sul em “Município Amigo da Amamentação”. Foram elas:

- Treinar os profissionais de Tijucas sobre práticas e políticas do Aleitamento Materno. Um curso teórico-prático de 18 horas de duração foi organizado para todos os funcionários do Hospital Nossa Senhora das Dores, dos postos de Saúde, das Creches e das Escolas. Cento e vinte e cinco profissionais tiveram participação de 100% do treinamento.

- Criar um grupo de apoio permanente ao aleitamento materno fortalecido para expandir o número de adeptos da amamentação. Surgiu, portanto, o grupo “ANJOS DA AMAMENTAÇÃO”. Com os seguintes objetivos:

a. Aumentar os índices de amamentação exclusiva até o sexto mês, por meio de ações que promovam, apoiem e protejam o aleitamento materno.

b. Deixar ao alcance da população tijucana um grupo de pessoas seguras quanto às questões do aleitamento materno e da amamentação.

c. Aprofundar e sintonizar informações, orientações e comportamentos referentes ao leite materno pela freqüente troca de experiências.

d. Permanecer em constante estado de alerta quanto ao cumprimento das leis que amparam o aleitamento materno e a prática da amamentação.

Participam do grupo: pessoas de ambos os sexos; voluntárias que tenham feito o curso de multiplicadores do aleitamento materno, de 18 horas outras que acreditam na amamentação como alternativa para prevenir doenças e criar crianças saudáveis e ainda pessoas envolvidas com a saúde física e mental da tríade pai-mãe-bebê e comprometidas com as questões sociais, educacionais e de saúde, do município.

Várias atividades dinamizam os ANJOS DA AMAMENTAÇÃO: reuniões mensais para reciclagem e produção de material educativo; treinamentos periódicos; orientações individuais e ou coletivas a pais, nutrizes, vovós, estudantes e interessados; ajuda a casais que estão amamentando; desenvolvimento de atividades comemorativas à semana mundial do aleitamento materno.

Os ANJOS DA AMAMENTAÇÃO encontram-se em postos de saúde; no hospital; na comunidade - Agentes Comunitários; em escolas e creches; nos cursos de noivos, prestando ajuda a casais, gestantes e vovós; e também nas secretarias do Bem-Estar Social, da Saúde e da Educação e na Prefeitura.

- Incluir o tema amamentação, nas escolas e creches.

A Secretária de Educação que, em 1999, contava com 199 alunos de educação infantil e 1.389 alunos do Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série, concebeu a idéia do Projeto de Aleitamento Materno da PUCPR para aplicá-la em suas escolas. Para isso, sensibilizou os professores e funcionários que se mostraram abertos à inovação.

Organizou e concretizou, juntamente com as Secretárias de Saúde e Bem-Estar Social, o primeiro treinamento em aleitamento materno baseado nas orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde. Cinqüenta e sete professores fizeram o treinamento com 50% de aulas práticas em maternidades e em unidades de saúde da capital – Curitiba.

Os professores tornaram-se fortes multiplicadores do aleitamento materno. Motivaram os alunos e os familiares com aulas, palestras e atividades recreativas. Os resultados foram imediatos. Os alunos externaram o aprendizado com desenhos, frases, narrações, “propostas de exercícios”, parlendas, acrósticos, palavras cruzadas, colagens, versos e plágios.

Criaram um verdadeiro arsenal dirigido às crianças e aos adultos. Usaram a criatividade, imaginação e habilidades. Alguns pesquisaram bibliografias disponíveis em suas comunidades e, outros, ilustraram os trabalhos copiando desenho de autores não referenciados. Tal iniciativa foi relevada no momento da seleção, considerando que a criança conseguiu associar o texto à gravura. Os professores deram orientações técnicas aos alunos e total liberdade de expressão.

Os trabalhos foram selecionados e encaminhados para produzir a cartilha Visão Infantil do Aleitamento Materno (consultar o site www.pucpr.br/palma link: Municipio e link Manuais) .

A cartilha testemunha a mobilização global: universidade < > município < > professores < > alunos < > comunidade na reconquista da prática da amamentação.

- Escrever uma norma sobre aleitamento materno e deixá-la ao alcance da população. Esta estratégia resultou na criação do cartaz com as seguintes “DICAS PARA MANTER A AMAMENTAÇÃO”.

 

DICAS

Não existe leite fraco.

- Todo leite materno é forte e adequado para o perfeito crescimento e desenvolvimento do bebê até o 6º mês.

Quanto mais o bebê mama, mais leite a mama produz.

- Começar a amamentar o bebê já na sala de parto.

- Manter o bebê ao lado da mãe desde o nascimento até a alta hospitalar.

- Deixar o bebê mamar sempre que quiser.

- Deixar o bebê esgotar uma mama em cada mamada.

A posição correta garante boa mamada.

- Posicionar o bebê para abocanhar o mamilo e grande parte da aréola.

- Manter o corpo do bebê totalmente voltado para o da mãe (barriga com barriga).

Cuidar dos mamilos previne rachaduras.

- Eliminar o uso de sabonete, de cremes e de pomadas.

- Limpar o peito com o próprio leite.

- Trocar de sutiã sempre que estiver molhado.

- Expor a mama ao sol durante 10 minutos, pela manhã, antes das dez horas.

Ordenha manual do leite reduz a dor dos mamilos.

- Retirar o leite sempre que a mama ficar cheia ou muito pesada.

- Lavar as mãos e fazer massagens circulares com as pontas dos dedos.

- Esgotar o leite posicionando os dedos acima da aréola.

- Guardar o leite em frasco fervido, na geladeira ou freezer.

- Dar o leite ao bebê em copinho ou xícara, quando a mãe não estiver em casa.

Como manter a amamentação exclusiva.

- Amamentar somente no peito até o 6º mês.

  • - Continuar amamentando até os 2 anos de idade, ao mesmo tempo em que são dados outros alimentos.

Cuidados da mãe que amamenta.

- Tomar grande quantidade de líquido e alimentar-se bem.

- Descansar durante o dia sempre que possível.

- Só tomar medicamentos prescritos pelo profissional de saúde.

 

INFRA-ESTRUTURA DOS CURSOS

Criou uma infra-estrutura para desenvolver cursos semestrais de multiplicadores interdisciplinares do aleitamento materno com a inclusão de:

- Ementa

A década de noventa está marcada pelos inúmeros avanços na área do aleitamento materno: encontros científicos, bancos de leite humano, inventos, programas, projetos, pesquisas, material didático e pedagógico, grupos de apoio voluntários governamentais e não-governamentais. Tudo isto com a finalidade de garantir a vida e a saúde das crianças pela amamentação exclusiva até o 6 º mês e continuada (peito e outros alimentos) até os dois anos. Pesquisa recém-concluída na PUCPR, com uma amostra de 2078 universitários, vislumbra a necessidade de implementar um programa para divulgar as informações sobre a amamentação.

- Objetivos

1. Divulgar o aleitamento materno de forma sistematizada e contínua com vistas a comprometer a comunidade universitária na orientação, apoio e ajuda aos pais na amamentação.

2. Multiplicar multiplicadores do aleitamento materno, seguros e duradouros, por meio de aulas teórico-práticas.

3. Instrumentalizar acadêmicos desejosos de escolher o aleitamento materno como atividade complementar no Projeto Comunitário.

- Descrição da população-alvo

Acadêmicos de todos os cursos da PUCPR plenamente envolvidos com o Aleitamento Materno e com habilidades para reproduzir os conhecimento adquiridos.

- Número de participantes => 50

- Carga Horária => 22 horas.

- Metodologia => 82% de aulas teóricas

18% de aulas práticas com estágio supervisionado.

- Data e Horário => Início das férias de julho e de dezembro, durante o dia.

- Local => Aulas teóricas em Auditórios da PUCPR.

Aulas práticas em Maternidades de Curitiba.

- Certificado => Mediante 100% de freqüência, apresentação e entrega de questionário (ver anexo 2, questionário aplicado durante o treinamento de aleitamento materno, pág 29).

- Informações => PALMA => 271-2188

- Inscrições => pela Internet – www.pucpr.br/eventos

 

GRUPO AMIGOS DO PALMA

O PALMA fundou o grupo fortalecedor do projeto de aleitamento materno, denominado AMIGOS DO PALMA. Esse grupo congrega ex-alunos, profissionais, professores e acadêmicos de diversas áreas da PUCPR, que fizeram o treinamento de aleitamento materno. Os propósitos dos AMIGOS DO PALMA estão fundamentados na melhoria da qualidade de vida e da saúde das crianças pequenas, pela amamentação exclusiva até o sexto mês e continuada até dois anos. Eles acreditam que muitas doenças como raquitismo, desnutrição, respiração bucal, maloclusão, alergias e as mais variadas infecções poderão ser reduzidas com o alimento natural - o leite humano. O magno objetivo é expandir o número de multiplicadores interdisciplinares do aleitamento materno. Os AMIGOS DO PALMA informam e orientam a comunidade universitária e populacional. Desenvolvem atividades dentro e fora da universidade. Na PUCPR, almejam aumentar o número de adeptos do aleitamento materno por meio de pesquisas, aulas, palestras, cursos e reuniões mensais. Extra PUCPR, participam de atividades municipais, em praças públicas e em maternidades e postos de saúde. Treinamentos com aulas práticas e teóricas garantem o aprofundamento e a sintonização das modernas e complexas questões políticas, sociais e práticas da amamentação. Reuniões mensais, aulas teóricas e estágios supervisionados em maternidades dinamizam os AMIGOS DO PALMA.

Portanto,"O ideal não se define, enxerga-se por clareiras que vão além do espaço infinito". Os AMIGOS DO PALMA constituem um grupo no qual o ideal de preservar a saúde das crianças cria novas esperanças de educação, solidariedade, humanização e, acima de tudo, preservação da vida" (depoimento de uma das fundadoras).

 

ENCONTROS DE ALEITAMENTO MATERNO

Concretizou o I, o II, o III e o IV Encontro PUCPR Universidade Amiga da Amamentação, em 2000, 2001, 2002 e 2003 e o I, II e III Encontro Interuniversitário de Aleitamento Materno durante a Semana Mundial de Aleitamento Materno - SMAM, em 2001, 2002 e 2003.

Os temas da SMAM, desde sua fundação, são:

1992 – Hospitais Amigos da Criança.

1993 – Amamentação: Direito da Mulher no Trabalho.

1994 – Fazendo o Código Funcionar (Código Internacional de Comercialização de Alimentos para Lactantes).

1995 – Amamentar Fortalece a Mulher.

1996 – Amamentação – Responsabilidade de todos.

1997 – Amamentar é um Ato Ecológico.

1998 – Amamentação – o melhor investimento.

1999 – Amamentar: Educar para a Vida.

2000 – Amamentação & Direitos Humanos.

2001 – Amamentação na Era da Informação.

2002 – Amamentação: Mães e Bebês Saudáveis.

2003 – Amamentação: Semeando Paz e Justiça no Mundo.

2004 - Aleitamento Materno exclusivo até 6 meses.

2005 - Alimentação Complementar.

 

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO/EDUCATIVO

O PALMA montou, reproduziu e divulgou material didático/educativo a respeito do aleitamento materno e sobre o PALMA: cartazes, fôlderes, filipetas e manuais (consultar o site www.pucpr.br/palma link : setor de divulgação).

Participou, ativamente, de atividades científicas: congressos, seminários e encontros estaduais, nacionais e internacionais.

Orientação sobre o aleitamento materno

Presta orientações coletivas e individuais, “tête-à-tête”, via e-mail e via telefone a acadêmicos, funcionários, casais, autoridades e profissionais.

 

FUNDAÇÃO DO GRUPO UNIVERSITÁRIO DE ALEITAMENTO MATERNO

Fundou, em 2001, de forma inédita, o GIUAMA - Grupo Interuniversitário de Aleitamento Materno, constituído por oito Instituições de Ensino Superior-IES de Curitiba e região metropolitana. São elas:

- CEFET/PR – Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná.

- FEPAR – Faculdade Evangélica do Paraná.

- FIC – Faculdades Integradas Curitiba.

- FIES – Faculdades Integradas Espírita.

- PUCPR – Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

- SPEI – Sociedade Paranaense de Ensino e Informática.

- UFPR – Universidade Federal do Paraná.

- UTP – Universidade Tuiuti do Paraná.

Estas instituições são representadas por coordenadores e professores de cursos de Administração, Biologia, Comunicação Social, Enfermagem, Fonoaudiologia, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, Relações Internacionais e Turismo.

O GIUAMA está constituído por uma coordenadora, vice-coordenadora, secretária, tesoureira e representantes das Instituições do Ensino Superior (IES) e por comitês/comissões e subcomissões.

Os objetivos do GIUAMA são:

- Sensibilizar a comunidade universitária (constituída por alunos, professores e funcionários) quanto à importância e à necessidade do aleitamento materno.

- Envolver os alunos e trabalhadores das IES, de forma expressiva, na manutenção e aprimoramento da cultura da amamentação exclusiva até seis meses de vida e continuada – leite materno e outros alimentos – até dois anos.

- Aproximar a universidade da comunidade.

- Concretizar atividades comemorativas à SMAM.

- Estudar o conhecimento prático-político da comunidade universitária, referente ao aleitamento materno e à amamentação.

- Concretizar atividades visando à obtenção de benefícios a curto e a longo prazo, intra e extra IES, entre a comunidade universitária e populacional.

A metodologia do GIUAMA inclui:

- Realização de reuniões mensais com variação (rodízio) de local.

- Promoção da multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e interuniversitalidade.

- Busca de parcerias com a sociedade na promoção, proteção e apoio ao AM.

O GIUAMA realizou várias atividades, com ênfase nos Encontros Interuniversitários de Aleitamento Materno, sendo responsável por:

- Premiação simbólica aos acadêmicos vencedores do concurso de criação das logomarcas do GIUAMA e da SMAM.

- Conferências magnas:

a. “Amamentação – Relação entre a Ciência e a Tecnologia”, por Dr. João Aprígio G. de Almeida – Ministério da Saúde e FIOCRUZ.

b. “Política Nacional de A.M.” , pela nutricionista Ana Flávia do Nascimento – MS.

c. “Visão Clínica e Funcional do A.M.”, por Dr.ª Gabriela Doroty Carvalho.

- Participação de profissionais e acadêmicos na apresentação de palestras e pôsteres sobre aleitamento materno.

- Promoção da campanha de doação de frascos para os Bancos de Leite Humano de Curitiba.

- Divulgação do evento em unidades de saúde, maternidades, igrejas, escolas, creches, órgãos públicos e privados, associações de classe, na mídia e em dois mil ônibus da região metropolitana de Curitiba e em terminais rodoferroviários.

Os integrantes do Grupo Interuniversitário envidam esforços para:

- sedimentar, aumentar o número de participantes, nacionalizar e regulamentar o GIUAMA;

- traçar o perfil dos alunos e trabalhadores das IES integrantes do GIUAMA;

- garantir, junto à Secretaria de Educação Universitária (SEU) e ao Ministério da Saúde, a divulgação da Carta Interuniversitária de AM de Curitiba, produzida em outubro de 2001;

- obter a oficialização de IES AMIGAS DA AMAMENTAÇÃO;

- celebrar a SMAM com Encontros Interuniversitários;

- elaborar e redigir o Estatuto do GIUAMA;

- transformar o GIUAMA em uma ONG. Se concretizado, o quadro social será constituído por membros fundadores, efetivos, honorários e beneméritos (os parceiros). A administração social será formada por assembléia geral, diretoria, conselho fiscal e comissões.

As comissões são formadas pela agregação de membros do GIUAMA em subgrupos, constituídos por profissionais representantes das IES e regidas pelo estatuto do GIUAMA. São temporárias – não efetivas e voluntárias. Visam ao aprimoramento do GIUAMA e têm por finalidade planejar, organizar, concretizar e avaliar atividades relacionadas ao aleitamento materno.

As comissões criadas em 2003 são:

1. Produção, revisão ortográfica e atualização do estatuto.

2. Divulgação e expansão do GIUAMA: cursos de atualização em AM; laudas para a imprensa e outros meios; exposição de pôsteres em painéis na PUCPR, no correio e na Biblioteca Pública do Paraná e produção de certificados.

3. Aquisição de parceiros: membros beneméritos.

4. Organização do evento anual: GIUAMA e PUCPR – Amiga da amamentação.

5. Aleitamento materno na comunidade (escolas, creches, unidades de saúde...).

6. Pesquisa sobre aleitamento materno, nas IES.

7. Documentação Científica.

Cada comissão está constituída por: coordenador, vice-coordenador, secretário e integrantes das IES.

Os cargos de cada comissão são preenchidos por membros efetivos, honorários e por adesão, indicação e/ou convite de pelo menos duas IES.

Cada subcomissão fixa objetivos e normas gerais para o seu funcionamento e traça metas de ação. O enfoque básico de cada subcomissão será, obrigatoriamente, centrado no cerne do GIUAMA, nos aspectos sociopolíticos, econômicos, educacionais, legais e práticos do aleitamento materno e da amamentação.

Compete a cada comissão:

1. Cumprir e fazer cumprir o estatuto do GIUAMA.

2. Elaborar e apresentar um plano de trabalho a ser executado pela subcomissão para ser apreciado pelos integrantes do GIUAMA.

3. Reunir-se, ordinariamente, a cada 30 dias e, extraordinariamente, sempre que se fizer necessário, para organizar as atividades.

4. Definir datas de início e término dos trabalhos e formas de avaliação.

5. Solicitar a colaboração dos representante de cada uma das IES no que diz respeito à concretização de atividades da comissão como apresentação de relatórios, aquisição de recursos materiais e humanos e/ou aplicação de questionários.

6. Participar ativamente das reuniões mensais, apresentando aos membros do GIUAMA, durante 15 minutos, o projeto da sua comissão.

7. Entregar, mensalmente, para a presidente do GIUAMA, a lista de presença dos participantes do comitê às reuniões.

 

PÚBLICO BENEFICIADO

Os beneficiários do PALMA são:

• comunidade universitária: alunos, professores e funcionários, extensivo a seus familiares;

• comunidade municipal e populacional e respectivos segmentos;

• nutrizes, gestantes, avós e profissionais do presente e do futuro;

• crianças pequenas com reflexos a curto e a longo prazo <-> qualidade de vida.

 

COMO PARTICIPAR DO PALMA?

Os interessados poderão:

• fazer o treinamento de dezoito horas. Isto propicia falar a mesma linguagem sobre o aleitamento materno e a amamentação;

• integrar qualquer um dos grupos organizados:

* Acadêmicos AMIGOS DO PALMA (na PUCPR)

* ANJOS DA AMAMENTAÇÃO (no município de Tijucas do Sul/PR)

* grupo interuniversitário do aleitamento materno – GIUAMA (em IES de Curitiba);

• participar das reuniões mensais e extraordinárias;

• participar dos treinamentos como palestrante ou como monitor;

• organizar os impressos e os textos literários do PALMA.

 

ONDE ESTÁ LOCALIZADO O PALMA?

* Na Pró-Reitoria Comunitária e de Extensão da PUCPR, 6º andar do bloco administrativo, Rua Imaculada Conceição,1155, Prado Velho, Curitiba-PR.

CEP 80215-901. Telefone (41) 271-2188. Fax (41) 271-1795

 

CONCLUSÃO

Convictos de que o leite humano é alimento natural, potencialmente completo em qualidade e em quantidade, que proporciona generosos benefícios para o ser humano em formação com reflexos ao longo da vida, mergulhamos no fascinante tema.

Há três décadas estamos investindo no preparo da sociedade para assumir, com responsabilidade e persistência, a prática da amamentação. Ela tem o dever de ensinar tudo o que se refere ao aleitamento materno: fazer o marketing; proteger, isto é, conhecer, cumprir e fazer cumprir as leis da amamentação, além de apoiar/ajudar o casal durante as intercorrências (possíveis) da amamentação.

Produzimos e sempre divulgamos nossos projetos, bem como nossa longa experiência, com o intuito de aumentar o número de militantes pelo aleitamento materno.

O grande desejo é que as criancinhas recebam o genuíno alimento, que lhe é de direito - o leite humano - até o sexto mês, exclusivamente, e, até aos dois anos, juntamente com outros alimentos e líquidos.

Prof.ª Selma Campestrini
Coordenadora do PALMA